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A onda

Assistindo ao filme alemão A onda, lembrei-me de minha infância nos bancos de escola. Nessa ocasião, anos setenta, em plena ditadura militar, éramos obrigados a usar uniforme e a cantar, todo dia, o hino nacional – talvez por isso eu abomine esse hino. Se bem que não me agradam comportamentos nacionalistas, igualitários, totalitários, muito menos aqueles baseados em qualquer tipo de -ismos. Na comemoração da Independência, tínhamos de desfilar, uniformizados, marchando. Não tinha, na época, nenhuma ideia do que aquilo significava, mas não gostava de gastar meu tempo com aquilo, para mim era mais vantajoso ficar dormindo naquele dia que era feriado. Ainda penso assim.
A onda é uma aula de como ser e como não ser um bom professor. Trata-se de um professor apaixonado, que se envolve até as últimas consequências com o conteúdo a ser ensinado: isso é bom, e raríssimo. Por outro lado, mas do que aulas, o que ele faz é levar seus alunos a vivenciarem a disciplina e a adesão a uma ideologia totalitária.
O interessante é que à pergunta “É possível que o totalitarismo volte à Alemanha?” os alunos respondem categoricamente que é impossível, mas o filme mostra que isso não é verdade. O número de grupos extremistas de direita cresce em todo o mundo, só nos EUA cresceu 25%. São grupos impregnados de racismo, xenofobia, homofobia e sexismo. E é aí que está a virtude desse filme: fazer uma reflexão sobre temas como intolerância, fanatismo e massificação.
Veja o trailer.
Palestra sobre a história da Educação no Brasil, da educadora Maria Nilde Mascellani, de 1990.
Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Parte 7

Parte 8

Parte final
A educadora Marta Kohl apresenta a teoria de Vygostsky.
Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Educação

Atualmente, a procura por cursos de Pedagogia, principalmente a distância, tem crescido muito. Essa modalidade de ensino está se estabelecendo muito rapidamente. Isso é um fato e, no momento, não tenho vontade de entrar numa discussão de juízos e valores.

Como tenho conhecido diversas pessoas que fazem curso superior nessa modalidade, resolvi contribuir com algumas dicas de links, livros, filmes. Acredito que podemos, e devemos, ser sujeitos de nosso próprio aprendizado. Por isso, aprendizes de todo gênero, mais do que frequentar aulas e ler apostilas, devem buscar desenvolver a paixão pelo conhecimento, o entusiamo de aprender, pois é isso que é importante para o desenvolvimento do saber.

Qualquer que seja a matéria a ser estudada, deve-se ter em mente que tudo, absolutamente tudo, que fizer parte de nossa experiência pode (e é desesável que seja) um ingrediente que fará parte do objetivo "final" que estamos focando.

É urgente uma transformação na Educação para uma transformação social. Espero colaborar de alguma forma na busca de material que instigue mais e mais a vontade de aprender, pois o grande barato de ensinar é aprender.


Revista Brasileira de História da Educação

Paulo Freire - biblioteca digital